Eu sei, eu sei que não dá prá ser feliz sempre, mas minhas emoções andam tão desalinhadas, que às vezes acho que elas tomam um porre constante. Uma tristeza de fim de tarde, feita de dores no peito, buracos na alma, fome de abraço, renúncias que não aceito e nem quero, falsas verdades, uma preguiça de ter que sorrir. Minha alma anestesiada, parada no meio da estrada esperando que o farol reluza na minha cara, me acorde, me assuste. Minha alma querendo não querer, saudade abandonada, amor sem dono, sonhos em buracos isolados, inconseqüências, esperança, tudo confuso e certo demais.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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Um comentário:
lindo blog, parabéns
achei o texto incrivel...
tem muito sentimento, adorei o seu jeito de escrever!retrata a poesia contemporânea!
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